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30.dez.1998. (David
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Defensores da Música Cristã Contemporânea às vezes negam que há uma conexão entre Vodu, feitiçaria africana, e música Rock(* e Música Popular Afro-LatinoAmericana). Steve Lawhead, em seu livro Rock Reconsidered, cita Tony Palmer: "Que Rock e sua 'má e nociva batida' originaram-se com os escravos africanos é uma noção racista e sem nenhum fundamento na verdade" (Rock Reconsidered, pp. 55-60). Dan e Steve Peters expressam a mesma insana cegueira na página 187 do livro deles What About Christian Rock?
Tais negações são absoluta e completa cegueira espiritual. Leonard Seidel, famoso pianista de concertos e professor que também dá palestras sobre música, tem pesquisado este tópico e desmascara a mentira do dizer que não há conexão entre Vodu, paganismo africano, e música Rock(* e Música Popular Afro-LatinoAmericana):
"Os incessantes poli-rítmos
batidos nos tambores cilíndricos [pelos nativos nas tribos africanas]
são o catalisador do Rhythms-and-Blues, do Rock-and-Roll(* e Música Popular
Afro-LatinoAmericana) , e do Metal-Pesado de
hoje. É assombroso como as reações que contemporaneamente
vemos em concertos de Rock(*
e Música Popular Afro-LatinoAmericana) são uma exata cópia
do que acontecia nas celebrações de Pinkster [festivais
dos negros em New York] ou em Place Congo [escravos negros dançando
em New Orleans] durante o Período Antebellum
[1]
. Qualquer análise que negue este fato rouba
das igrejas a percepção da [evidente] conexão do
[paganismo] africano com o movimento do Rock(* e da Música
Popular Afro-LatinoAmericana) do século 20.
"Em Stairway to Heaven [Escadaria
para o Céu], Davin Seay cita Robert Palmer em Rolling Stone
Illustrated History of Rock ‘N’ Roll [A História do Rock 'N' Roll
Ilustrada nos Rolling Stones]:‘Em um sentido muito real, Rock(* e Música Popular
Afro-LatinoAmericana) estava implícito
na música dos primeiros africanos trazidos para aAmérica
do Norte (e
América do Sul e Central).
E, implícito na música deles, estavam séculos de
acumulação de ritos, de rituais, e de inflamado [e grotesco]
paganismo [culto a ídolos, a animais, e a demônios]. A música
destes primeiros escravos brutalizados e animalizados, arrancados de culturas
tão antigas quanto as pirâmides, aquelas antiqüíssimas
cantigas e fortes pisadas [das danças] tribais, não meramente
evocavam os espíritos dos deuses-demônios da floresta: deram-lhes
vida e imortalidade (Davin Seay, Stairway to Heaven, New York:
Ballantine Books, 1986, p. 11).
"Implicações
tais como esta levam a uma investigação mais profunda e
a focalizarmos nos escravos que foram trazidos para as Ilhas do Caribe.
Um dos mais significativos livros publicados até hoje, sobre este
assunto, é o estudo feito por Maya Deren, para a Fundação
Guggenheim, em 1953, concernente à história das origens
que os deuses-demônios do Haiti e os seus cultos têm nas tribos
africanas. O livro Divine Horseman -- The Living Gods of Haiti [Cavaleiros
Divinos -- Os Deuses-Demônios do Haiti, Vivos e Atuantes], lida
com a importação dos escravos para as Ilhas Caribenhas ([eles
eram vendidos por tribos caçadoras, geralmente muçulmanas,
e eram oriundos] da costa Oeste da África). Estes escravos foram
tomados das mesmas tribos das quais os escravos das Colônias [precursoras
dos Estados Unidos] foram tomados: Senegaleses, Bambaras, Arades, Congos,
Kangas, Fons e Fulas. O primeiro carregamento de escravos para o Haiti
foi em 1510.
"Os escravos das Colônias
TROUXERAM CONSIGO A ADORAÇÃO AOS SEUS DEUSES-DEMÔNIOS,
TROUXERAM AS SUAS DANÇAS E SUAS BATIDAS DE TAMBORES [ênfase
adicionada]. Eileen Southern declara: ‘Não há dúvidas
que Haiti foi o local central onde as tradições religiosas
africanas... sincretizaram com as crenças e práticas Católicas
para dar a luz o Vaudau (Vodu)
[2]
... as cerimônias se centralizavam na adoração
do deus-serpente Damballa através do cantar, do dançar,
e da possessão por espíritos’ (Eileen Southern, The
Music of Black Americans, New York: W.W. Horton, 1983, p. 139).
"A ADORAÇÃO
DELES ERA BASEADA EM TAMBORES E DANÇAS, e, enquanto adoravam um
deus (isto é, um demônio), a suprema experiência [que
buscavam] era ter seus corpos possuídos por aquele demônio.
Os rituais eram grotescamente sensualistas e sádicos. Uma vez firmemente
estabelecida nas Ilhas Caribenhas, a prática abriu caminho para
a costa dos Estados Unidos, principalmente através da cidade de
New Orleans. Historicamente, escravos oriundos de São Domingos
foram trazidos aos Estados Unidos durante a revolução haitiana
em 1804, mas Vodu provavelmente existiu [nos USA] antes disto, porque
o estado da Louisiana tinha importado escravos das Índias Ocidentais
em 1716, e a prática foi também relatada em Missouri, Geórgia
e Flórida.
"As danças de New
Orleans tinham nomes honrando aos deuses-demônios Vodus dos rituais
de adoração. O SAMBA [ênfase adicionada]
tem seu nome homenageando o deus-demônio ‘Simbi,’ deus da sedução
e da fertilidade [nós chamaríamos de fornicação].
O CONGADO homenageia, com seu nome, o demônio africano ‘Congo.’
O nome MAMBO homenageia as sacerdotisas Vodu que ofereciam sacrifícios
aos demônios, durante os rituais.
Sheldon Rodman, autor de
Haiti, the Black Republic, descreve estas danças e as relaciona
com as danças de hoje. É interessante notar que, no álbum
de Rock de 1981, My Life in the Bush of Ghosts [Minha Vida na Mata
dos Espíritos], por Brian Eno e David Byrne, estes enaltecem-invocamos
próprios espíritos africanos do tenebroso passado do Rock).
[D.W. Cloud -- Este álbum incorporou tambores africanos com Rock
eletrônico]
"A MAIS PENETRANTE OBSERVAÇÃO
FEITA NO LIVRO DE MAYA DEREN REFERE-SE AOS BATEDORES DE TAMBORES, AOS
RITMOS, E À BATIDA. 'De todos os indivíduos relacionados
à atividade ritual, é o batedor de tambores aquele cujo
papel pareceria quase análogo ao de um virtuoso [o excepcional
solista, atração de uma banda] ... tocar os tambores nos
rituais haitianos exige mais treinamento explícito [aulas] de destreza
e requer mais o praticar do que qualquer outra atividade ritual.'(Maya
Deren, Divine Horseman--The Living Gods of Haiti, New Paltz: McPherson
& Co., 1953, p. 233).
"Ela observa que os dançarinos
são forçados a saudar ou encurvar-se aos batedores de tambores,
antes que qualquer outra parte do ritual seja iniciada. É óbvio
que, sem os tambores, o ritual não pode se consubstanciar. Que
chocante paralelo com a moderna banda de Rock(*
e Música Popular Afro-LatinoAmericana) ! O conjunto de baterias
está sempre no centro do palco, usualmente elevado por detrás
do cantor líder. Sem o baterista (ou, em muitos casos, sem o ritmista
da guitarra elétrica tipo baixo ou contrabaixo), a banda de Rock(* e Música Popular
Afro-LatinoAmericana) cessaria de existir.
"Ademais, a Senhorita Deren
escreve que 'é sobre os batedores de tambores que recai a responsabilidade
de integrar os participantes em um coletivo homogêneo. É
a batida dos tambores que funde os cinqüenta ou mais participantes
em um único corpo, fazendo que se movam como um [um só ser],
como se todos estes corpos individuais tivessem se acorrentado ao fluir
de um único pulsar – um pulso que bate ... levando o corpo em uma
[pulsante e alucinante ou] lenta [e sensualíssima] ondulação
(como a de uma serpente) e que começa nos ombros, depois [desce]
pela espinha dorsal, sobe pelas pernas e [explode] nos quadris' (Deren,
Divine Horseman, p. 235).
"Esta descrição
é assombrosamente paralela ao que tem lugar em um moderno concerto
de Rock(*
e Música Popular Afro-LatinoAmericana) . Basta que observemos
um vídeo dos participantes para sermos convencidos. As ações
dariam a um observador a impressão de que algum tipo de possessão
[demoníaca] ocorreu. No seu livro, a Senhorita Deren desce a alguns
detalhes para descrever o objeto inanimado do tambor como sendo sagrado,
até mesmo ao ponto de sertratada como vital à sobrevivência
e assim vigiada e guardada por uma guarnição dos participantes
[3]
. 'São os tambores e a batida dos tambores que
são, em si, o som sagrado' (Deren, Divine Horseman, pp.
244-246).
"Pearl Primus, há
muito tempo aclamada como uma das maiores experts em dança Vodu,
disse: 'Os batedores dos tambores mantêm terríveis pulsar
e batida, os quais muito facilmente tomam posse das sensibilidades dos
adoradores. Observadores dizem que estes tambores são (por si só)capazes
de trazer uma pessoa ao ponto onde é fácil para a deidade-demoníaca
(Loa) ter possessão dos seus corpos – a pessoa indefesa é
açoitada por cada golpe do conjunto de tambores, à medida
que o batedor de tambores começa a 'bater a Loa (deusa-demônio)
para dentro de sua cabeça': a pessoa encolhe-se com cada uma das
batidas acentuadas
[4]
como se o cassetete do tambor descesse sobre sua própria
cabeça; a pessoa ricocheteia ao redor do local, cegamente se agarrando
aos braços estendidos para apoiá-la'(aula-palestra, Mount
Holyoke College, Holyoke, Massachusetts, Mary E. Wooley Hall, 1953).
"Não pode ser negado
que há um forte relacionamento entre o que temos descoberto no
Vodu haitiano (Candomblé
brasileiro)e
a sua contraparte na cidade de New Orleans e outras cidades do sul. TAMBÉM
NÃO PODE SER NEGADO QUE O MODERNO MOVIMENTO DE ROCK AND ROLL(* e Música Popular
Afro-LatinoAmericana) EVOLVEU PARCIALMENTE DE
ALGUMAS DAS DANÇAS ACIMA DESCRITAS, PROGREDINDO ATRAVÉS
DE UM NÚMERO DE ESTÁGIOS: RUMBA DANÇANTE, RHYTHMS-AND-BLUES,
ROCK-AND-ROLL, DISCO, METAL-PESADO E PUNK-ROCK.É óbvio que
há outros elementos que compõem a evolução
da música Rock; no entanto, eles não são nosso tema
aqui. Concernente a Disco, a Senhorita Southern diz: 'Os insistentes ritmos
pulsantes da música Disco empurraram as convencionais melodia e
harmonia para posições subalternas ... de uma maneira que
lembra descrições da recitação de Juba
[5]
para acompanhar as danças das plantações
do século dezenove' (Eileen Southern, The Music of Black Americans,
New York: Norton and Co., 1983, p. 507). ...
"Ruth Tooze e Beatrice
Krone, no livro que escreveram, relatam que 'o mesmo instinto por ritmos
pulsantes que é encontrado nas canções dos negros
é levado para como [escolheram e] passaram a usar instrumentos
musicais ... banjos nas plantações e depois na cidade, onde
adicionaram o pistão, o clarinete e o trombone. Com seu inato talento
para improvisar, um novo tipo de música instrumental foi criada
– nós o chamamos de Jazz' (Ruth Tooze, Beatrice Krone, Literature
and Music, Englewood Cliffs: Prentice Hall, 1955, p. 105).
"É irrefutável
que música Rock and Roll(* e Música Popular
Afro-LatinoAmericana) deve algumas [nós
diríamos, a maioria] de suas raízes às tribos da
África. Cada análise escrita sobre o assunto reconhece que
as raízes do Rock vêm das profundezas do 'Jazz' e do 'Rhythms-and-Blues.'Por
causa do relacionamento entre a música Negro-Americana e a música
Africana, criaram um termo que é consideravelmente usado hoje,
'Música AfroAmericana' (Literature and Music, p. 102). Joseph
Machlis diz (em seu volumoso trabalho, The Enjoyment of Music [O Prazer
da Música]:): ‘Jazz, numa definição sem teoria
e sem refinamentos, mas que funciona muitíssimo bem, é um
idioma musical Afro-Americano cheio de improvisações. Faz
uso de elementos de ritmo + melodia + harmonia oriundos da África,
e de elementos de melodia + harmonia da tradição musical
européia. A influência do Jazz(e dos idiomas [musicais] Afro-Americanos
que lhe são intimamente associados) tem sido tão insidiosa
e onipresente, que agora a maior parte da nossa música popular
é no idioma musical Afro-Americano, e elementos de Jazz também
têm permeado um bocadão da nossa música de concerto'
(Joseph Machlis, The Enjoyment of Music, New York: W. W. Norton,
1963, p. 597).
"Declarar que os paganismo e feitiçaria da África, através do Haiti, são as únicas raízes da música Rock, seria enganar e ser menos que honesto. Um cuidadoso estudo da música Rock revela-a ser mais complexa que isto; no entanto, NEGAR QUE EXISTE UMA CONEXÃO AFRICANA COM OS RITMOS DE ROCKsup>(* e Música Popular Afro-LatinoAmericana) DE NOSSOS DIAS É SER IGUALMENTE ENGANADOR E DESONESTO. Declarar que um certo ritmo ou batida é 'mau e nocivo' não pode ser completamente provado. Mas o que é muitíssimo mais importante é a revelação histórica de que atividade demoníaca tem sido observada em conexão com rituais onde tambores e batidas rítmicas têm sido o catalisador. Que esta possibilidade exista já deveria bastar como uma advertência, às igrejas, de que Satanás pode e irá usar tudo que estiver em seu poder para fazer com que todos adorem não a Deus mas a ele, para que, no devido tempo, o Diabo consuma seu mau propósito e receba a glória" (Leonard J. Seidel, Face the Music: Contemporary Church Music on Trial [Encare a Música: A Música Cristã Contemporânea no Banco de Réus , 1988, p. 34-42).
A conexão entre Rock & Roll(* e Música Popular
Afro-LatinoAmericana) e Vodu (Candomblé brasileiro)
tem sido notada mesmo por músicos de Rock, descrentes. O baterista
inglês de sessões de Rock, Rocki (Kwasi Dzidzornu), que tem
gravado com muitos grupos famosos e para músicos tais quais os
Rolling Stones, Spooky Tooth, e Ginger Baker, percebeu que a música
de Jimi Hendrix era similar à música Vodu. Note as seguintes
assombrosas declarações da biografia de Hendrix:
"Ele [Hendrix] tinha tido uma chance de ver Rocki e alguns outros músicos africanos no cenário de Londres. Achou um prazer tocar ritmos contra seus poli-rítmos. Eles gostavam de totalmente saírem [fora de si mesmos] para [entrarem] dentro de outro tipo de espaço em que [nunca ou] raramente tivessem antes estado ... O pai de Rocki era um sacerdote de Vodu e era, também, o principal batedor de tambores em uma aldeia de Gana, África Ocidental. O nome real de Rocki era Kwasi Dzidzornu. Uma das primeiras coisas que Rocki perguntou a Jimi foi de onde ele tinha recebido aquele ritmo Vodu. Quando Jimi objetou, Rocki foi em frente, explicando (em seu inglês tropeçante) que muitas das 'assinaturas rítmicas' que Jimi tocava na guitarra eram, muito freqüentemente, os mesmos ritmos que seu pai tocava em cerimônias Vodu. A maneira com que Jimi dançava aos ritmos que tocava faziam Rocki rememorar os ritmos que seu pai tocava para OXUM [ênfase adicionada], o deus do trovão e dos raios. A cerimônia é chamada de Vodushi. Quando criança na aldeia, Rocki entalhava em madeira representantes dos seus deuses-demônios. Eles também representavam seus ancestrais. Estes eram os deuses-demônios que eles adoravam. Eles vieram a tomar um bocadão de espaço na casa de Jimi. Uma vez eles estavam congestionando e Jimi parou e, à queima-roupa, perguntou a Rocki: 'Você se comunica com este deus-demônio, não é?" Rocki disse: 'Sim, eu me comunico com este deus-demônio' " (David Henderson, ‘Scuse Me While I Kiss the Sky [Desculpe-me, Enquanto Beijo Este Firmamento], pp. 250,251).
Como temos chamado sua atenção, há proponentes de música "Rock Cristão" que etiquetam de "racista" o que expusemos [acima]. No entanto, na biografia de Hendrix (a qual NÃO foi escrita por um crente), vemos que o filho (descrente) de um real sacerdote do Vodu vê uma conexão entre a música do estrela do Rock, Jimi Hendrix, e Vodu idólatra. O baterista Rocki, um negro, seria um racista por fazer tais observações? Estas suas observações não podem ser convenientemente postas de lado como furioso delírio de um fundamentalista bíblico!
O bem-conhecido artista do Rock, Peter Gabriel, não tem dúvidas de que há uma conexão africana direta, com o Rock & Roll(* e Música Popular Afro-LatinoAmericana)
"Há coisas, como
o ritmo de Bo Diddley, que, batida-por-batida, tenho ouvido em padrões
Congoleses. Parte do que nós [americanos] consideramos ser a herança
do Rock and Roll que criamos, originou-se na África. Ponto final"(Peter
Gabriel, citado por Timothy White, em Rock Lives, p. 720).
Little Richard, um dos pais da música
Rock, também tem testificado desta conexão:
"Minha verdadeira crença
a respeito de Rock 'n' Roll(* e Música Popular
Afro-LatinoAmericana) – e tem havido um bocado
de frases atribuídas a mim ao longo dos anos – é esta: CREIO
HOJE QUE ESTE TIPO DE MUSICA É DEMONÍACA. ... UMA PORÇÃO
DE TIPOS DE BATIDAS NA MÚSICA TÊM SIDO TOMADAS DO VODU(Candomblé
brasileiro), ISTO É, DOS TAMBORES
DO VODU.
Se você estudar música em ritmos, como eu o tenho feito,
verá que isto é verdade ... CREIO QUE ESTE TIPO DE MÚSICA
ESTÁ EMPURRANDO AS PESSOAS PARA LONGE DE CRISTO.É CONTAGIOSO
[6]
" (Little Richard, citado por Charles White, The
Life and Times of Little Richard, p. 197).
Suponho que seria fácil
um proponente de música Rock Cristão desconsiderar o testemunho
de Little Richard, talvez por causa da sua estranha personalidade e do
seu relacionamento com o cristianismo parecer ser do tipo "hoje aceso,
amanhã apagado". Mas responda-me isto: os defensores do Rock Cristão
sabem mais do caráter do Rock and Roll do que um homem como Little
Richard, que foi um dos seus criadores?
Os Rolling Stones e outros grupos de Rock
& Roll têm gravado cerimônias de tambores ocultistas (tribais
e do Vodu) e incorporaram [elementos das mesmas] dentro das suas músicas
Rock. Em 1981, por exemplo, Brian Eno e David Byrne gravaram My Life
in the Bush of Ghosts [Minha Vida na Mata dos Espíritos].
Música não é neutra.
Há música que encoraja a atividade demoníaca, e há
música que encoraja a atividade do Espírito Santo. Há
música que ministra ao lado carnal do homem, e há música
que ministra ao lado espiritual do homem. Música Rock(* e
Música Popular Afro-LatinoAmericana) sempre tem sido
associada com o carnal e o demoníaco. Rock(* e Música
Popular Afro-LatinoAmericana) não tem nenhum lugar legítimo
na vida e ministérios cristãos.
"Não
podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios;
não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.Ou
provocaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele? (1Cor
10:21-22).
Traduzido (* e adaptado para
o Brasil)por Valdenira
Nunes de M.Silva, hmenezes@di.ufpb.br, mar/2000.
Autor: Pr Calvin Gardber